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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Agenda Cultural

De 16 a 23 de Maio

16 de Maio
Tó Alves ao vivo
Espaço B.Leza - a partir das 23.00h
Entradas a 6€

17 de Maio
Nataniel Melo ao vivo
Espaço SOU - a partir das 22h
Entradas a 3€

18 de Maio
Noite Allatantou (Festival de Dança Tradicional da Guiné-Conacri)
Fábrica do Braço de Prata - a partir das 22h
Entradas a 5€

18 e 19 de Maio
Workshop de Danças Tradicionais da África Ocidental
Fábrica do Braço de Prata - entre as 14.30h e as 17h
Inscrição: 30€ (até 15 de Maio); 40€ (após 15 de Maio) 

19 de Maio
Bombino ao vivo
Espaço B.Leza - a partir das 19.00h
Entradas a 5€

20 a 22 de Maio
"Negro de Estimação" de Klébler Lourenço (Dança)
ACERT (Associação Cultural e Recreativa de Tondela)
Entradas: Sócio - 5€, Não-sócio - 7,5€

23 de Maio
Semana Jóias da MPB - Thais Gulin e Nina Becker
Espaço Brasil - a partir das 22h
Entradas a 5€

26 de Maio
Semana Jóias da MPB - Lenine
Espaço Brasil - a partir das 18h
Entradas a 10€

Até 26 de Maio
IV Bienal de Culturas Lusófonas em Odivelas
Conferências, teatro, cinema, concertos, debates, etc.

Até 26 de Maio
De África a Europa - Ocupações temporárias (pinturas, vídeos, esculturas, etc.)
Sede da Fundação Gulbenkian
Entrada livre


Iolanda Rosa

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Entrevista a Pedro Mantorras





– Como tem passado o tempo, agora que já deixou os relvados?
Mantorras – É difícil, foram mais de dez anos a jogar. Assistir aos jogos do Benfica sem poder ajudar a equipa não tem sido nada fácil. O bichinho do futebol fica sempre, mas tenho de contentar-me com o trabalho que estou a exercer agora, como embaixador do clube. Infelizmente, tive de parar por causa da lesão.


– Muitos adeptos não escondem curiosidade em saber como evoluiu a lesão no seu joelho direito...
– O joelho está bem, mas no Inverno sinto a diferença. Dói mais nessa altura. Graças a Deus, continuo a fazer exercícios no ginásio que tenho em casa e no Benfica. Tenho de ter mais cuidado com o peso e, por isso, sou obrigado a seguir uma dieta saudável.

– Sem a lesão, teria chegado ao nível de Drogba, Eto’o e Adebayor?
– Penso sempre que, no mínimo, faria parte desse grupo dos melhores jogadores africanos. Começei a pensar assim quando fui eleito o melhor futebolista jovem do continente africano, em 2001. De qualquer maneira, estou orgulhoso com o que fiz enquanto pude jogar.

– Gostaria de ver repetido novo fenómeno Mantorras no Benfica?
– Angola tem muitos talentos, nunca se sabe. Se houver essa oportunidade, esse jogador terá de ser humilde e mostrar-se disponível para aprender. Não pode vir com ares de estrela, até porque o futebol europeu é totalmente diferente do africano. Se pensar que já vem ensinado, pode sofrer uma decepção. Evolui porque aprendi muito com treinadores como Mariano Barreto, Jesualdo Ferreira, Toni ou Giovanni Trapattoni.

– Este plantel é mais forte do que aquele de que fez parte e se sagrou campeão nacional, com Giovanni Trapattoni 2004/05?
– Sinceramente, acho que o actual é mais forte em todos os aspectos. Nós não tínhamos verdadeiros craques como há agora. Sobressaía o colectivo. Havia um forte espírito de grupo e um líder experiente, chamado Trapattoni.

– Seria, então, um concorrente directo de Óscar Cardozo na luta pelo título dos goleadores?
– Parece-me que seria mais fácil marcar golos nesta equipa, porque não teria de recuar tanto para ir defender e buscar jogo. De certeza absoluta que marcava agora mais golos.

Filipe Martins