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sábado, 20 de abril de 2013

Dica Económica


O festival internacional de cinema independente, Indie Lisboa 2013, que comemora dez anos, arrancou esta quinta-feira, 18 de Abril, no Cinema São Jorge, em Lisboa, terminando a 28 de Abril.
Entre muitos outros podemos ver, A Batalha de Tabatô de João Viana, realizador do filme merecedor de uma menção especial no festival de Berlim, um filme rodado na Guiné Bissau, que fez dos habitantes locais, actores e é uma inversão do olhar sobre o continente africano, nas palavras do realizador.
Um Fim do Mundo,  de Pedro Pinho, parte de um esqueleto ficcional sobre um dado tempo no final da adolescência, para ser preenchido por um corpo documental - uma Setúbal industrial e a realidade presente de um grupo de jovens do bairro da Bela Vista.
Ou então  a Doméstica,  em que  sete adolescentes  brasileiros de estratos sociais diferentes filmaram, durante uma semana, as empregadas domésticas da família, entregando depois as imagens ao realizador Gabriel Mascaro.

Ainda relacionado com o indie,os LisbonTalks e a Universidade Lusófona, de novo em parceria nesta 10ª edição do festival, apresentam um programa com múltiplas acções que pretendem reflectir, debater e testemunhar os sintomas dos novos tempos com conteúdos importantes das áreas artísticas e técnicas da prática cinematográfica.
Durante 10 dias, a capital portuguesa vai ser invadida por cinema independente, com sessões regulares a 4€ e preços para jovens até aos 30 a 3,5€ .Contudo, o festival oferece muito mais do que apenas sessões de cinema.

Haileka Ferreira

sábado, 13 de abril de 2013

Universidade Lusófona e a discriminação


Nos tempos que correm é cada vez mais frequente o grande problema das escolas ser a discriminação, simplesmente pelo facto de considerar que certas pessoas não têm características para ter os mesmos direitos que os outros têm. O tipo de discriminação mais frequente é o racismo, sendo esta a perspectiva que afirma que uma pessoa, por ter determinada cor, religião ou cultura, não possa ter as regalias que toda a gente tem.
 Na Universidade Lusófona existem bastantes alunos de várias nacionalidades, mas na sua maioria, pertencentes aos PALOP, países africanos de língua oficial portuguesa.
Foram entrevistadas duas alunas do curso de direito, de modo a saber se tiveram problemas de integração ou se o ambiente da faculdade as agrada.
Solange Fernandes, de nacionalidade Guineense, está neste estabelecimento de ensino há precisamente quatro anos, no final do seu curso, e diz que nunca sentiu qualquer tipo de razão de queixa a nível de discriminação, gosta bastante do ambiente e dá-se bem com todos os seus colegas, dizendo também que mais tarde ambiciona trabalhar na Inglaterra ou talvez França.
Marina Cruz, residente em Portugal desde que nasceu, mais precisamente da Margem Sul, e com os seus pais originários de Cabo Verde, confessa que também nunca foi alvo de qualquer gozo e que o ambiente lhe é bastante indiferente, tendo como objectivo, um dia mais tarde, vir a trabalhar em África, onde poderá regressar às suas origens.

Catarina Carvalho