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terça-feira, 4 de junho de 2013

Presidente de Angola dispensa comandante da polícia de Luanda

José Eduardo dos Santos, presidente de Angola, dispensou a comissaria-chefe Elizabeth Ranque Franque, que pertencia à Polícia Nacional de Luanda.

                A demissão ocorreu esta segunda-feira, depois de um fim-de-semana violento em Luanda que acabou em cinco mortes e a que o principal partido da oposição, a UNITA (União Nacional para a Independência Total), atribuiu contornos políticos.

            Três agentes foram assassinados, na madrugada de sábado, no município de Cacuaco, Luanda. Ainda não se sabe quem foi o responsável pelo crime. A UNITA culpou a polícia de ter morto dois dos seus dirigentes em Kikolo, Luanda, na noite de sábado.

            A UNITA colocou um texto no seu sítio da internet onde atribuiu a um militante de Cacuaco a afirmação de que se estava perante uma “reedição da caça ao homem” para a “eliminação seletiva dos militantes” do partido. Também atribuiu a um “observador desconhecido” a declaração de que a mortes dos polícias poderia “ser usada como pretexto para a eliminação dos quadros fortes da UNITA", em Luanda.

            Elizabeth Ranque Franque também era delegada provincial do Ministério do Interior. A sua exoneração vai obrigar a alguns arranjos nas estruturas da chefia da Polícia Nacional. A antiga comissaria passa a ser conselheira do comandante geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos.

            O comissario António Maria Sita é o novo comandante provincial de Luanda, que foi dispensado do cargo de comandante provincial e delegado do Ministério do Interior na província do Cunene.

Inês Sabino

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Polícia Brasileira entra em mais um favela


No âmbito da política de pacificação iniciada em 2008, a polícia do Rio de Janeiro ocupou a comunidade de Cerro-Corá. A comunidade perto da subida para o Cristo Redentor foi efectuada por volta das 5 da manhã locais (7 da manhã em Lisboa) e teve a duração de 30 minutos (aproximadamente). Contou com a presença de 400 polícias que foram auxiliados por várias viaturas blindadas e um helicóptero.
Esta comunidade está localizada na zona sul, região nobre do Rio de Janeiro, que por sua vez está próxima da subida para o Cristo Redentor que provavelmente será visitado pelo papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude, a realizar em Julho do presente ano.

João Ribeiro

terça-feira, 23 de abril de 2013

Timor-Leste -Tolerância zero aos criminosos


O deputado Natalino dos Santos fala pela voz dos representantes do povo, no Parlamento Nacional. Natalino dos Santos refere que não deve existir tolerância para com os criminosos, evitando, assim, instabilidade no seio das Comunidades.

Segundo refere o Sapo Noticias de Timor Lorosae, estas afirmações foram feitas na sequência de distúrbios causados por jovens, na área de Comoro. 
Natalino defende a Paz e estabilidade do País. Mantém a posição de que "criminosos devem ser presos independentemente do estatuto ou faixa etária", exigindo assim mais ação e menos tolerância por parte da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e das Forças de Defesa de Timor-Leste (FDTL).
Em resposta, o comissário Longuinhos Monteiro diz que a Polícia está pronta para garantir a Segurança Nacional, mas por outro lado não se quer responsabilizar por uma decisão demasiado "forte" que a torne "culpada".
A seu ver, os líderes comunitários são quem deve pôr ordem nos seus jovens, através de medidas drásticas,visto serem eles, chefes das aldeias, que os conhecem melhor.

Cláudia Matos

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Polícia Moçambicana e Renamo em confrontos

Forças policiais Moçambicanas e Renamo, maior partido da oposição, têm entrado em confrontos. 

As autoridades confirmam já 4 mortos e 10 feridos,durante a madrugada de quinta-feira, resultantes destes confrontos em Muxungué, distrito de Chibabava. 
A população local encontra-se assustada e receosa.

Segundo os jornais de Moçambique, as Forças de Intervenção Rápida (FIR) terão realizado operações de detenção a antigos membros guerrilheiros da Renamo que se encontravam em "manobras militares", e terão invadindo a sua sede na província de Muxungué a norte do rio Save. Em resposta, a Renamo surpreende o quartel-general na madrugada de quinta-feira, com o objetivo de libertar 15 detidos.

De acordo com declarações policiais, as negociações com os guerrilheiros da Renamo esgotaram-se, tendo estes de intervir no sentido de repor  a ordem. Por sua vez, a Renamo diz estar farta de perseguições por parte da Frelimo: "Perante a guerra que nos é movida pela Frelimo e o seu governo, a Renamo pela primeira vez vai reagir. Queremos comunicar ao povo moçambicano e a comunidade internacional que a Renamo, está cansada de perseguições, humilhações, repressão, ditadura e da escravatura," disse, Ossufo Momade, porta-voz da Renamo, em declarações à imprensa.
Com isto, a Renamo promete perseguir todos os que têm atacado o movimento.

Cláudia Matos