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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pânico no Rio de Janeiro


O aumento de crimes sexuais nas últimas semanas no Rio de Janeiro, lançou o pânico nas mulheres que diariamente usam este transporte assim como a falta de confiança na polícia local para prevenir estes crimes.

Encontrando-se numa época de mega-eventos a polícia não consegue garantir a segurança dos habitantes e dos visitantes, tanto turistas como estrangeiros. O último caso conhecido é de uma mulher de 30 anos que foi violada à frente de todos os passageiros ao mesmo tempo que o motorista era obrigado a seguir marcha, tendo sido a esta a terceira vítima de violação em transportes púbicos no espaço de um mês na região.

Tanto neste caso como no caso de uma turista norte-americana, também ela vítima de violação nas mesmas circunstâncias, nenhum automóvel se apercebeu do que ocorria no autocarro apesar da violência destes crimes.  

Cátia Martins

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Dois inocentes mortos


Duas pessoas morreram hoje no Rio de Janeiro, Brasil, num tiroteio, entre um gangue criminoso e a polícia. Os dois cidadãos em questão nada tinham a ver com o gangue, tenho sido apanhados fatalmente no meio do tiroteio.

além das mortes destes inocentes, mais cidadãos foram envoltos neste tiroteio, tendo havido feridos entre os quais uma criança. Também um polícia e dois criminosos acabaram por morrer.

As vítimas são Edivaldo Dias Pereira, de 50 anos, um pastor da Assembleia de Deus, Guilherme Bishofe Lopes da Fonseca um publicitário de 26 anos. Também Emily Vittória Ramires, de nove anos foi atingida nas costas e levada para o hospital.

Tudo começou quando um grupo de assaltantes chegou a uma paragem e começou a assaltar as pessoas. Uma patrulha da polícia chegou nesse preciso momento e o tiroteio começou.


Cátia Martins

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Despiste no Rio de Janeiro


Esta manhã um autocarro de passageiros despistou-se em Ipanema, um bairro nobre do Rio de Janeiro, e invadiu um edifício residencial.

Deste acidente aparatoso, mas sem gravidade, resultaram três feridos, uma professora que se encontrava dentro do autocarro e dois rapazes que estavam na rua.

Segundo o motorista do autocarro o acidente deveu-se a um outro condutor passar o sinal vermelho no cruzamento e atravessar-se à frente do autocarro. Para evitar o embate o condutor desviou o autocarro acabando por galgar o passeio batendo depois contra a porta do prédio.

O veículo ficou de tal forma dentro do edifício que as pessoas só chegavam à rua atravessando o autocarro.

Cátia Martins

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"A lendária corrida ao ouro"


No fim do século XVII a produção açucareira no Brasil (fonte de maior rendimento) enfrentou uma grave crise devido aos avanços tecnológicos dos engenhos açucareiros, registados nas colónias holandesas, francesas e inglesas da América Central. Uma vez que Portugal dependia dos impostos cobrados ao Brasil, Portugal passou a estimular os seus funcionários e os habitantes do Planalto de Piratininga, conhecido atualmente como São Paulo, a explorar as terras ainda desconhecidas em busca de ouro e pedras preciosas.
A primeira descoberta registou-se nas províncias de Taubaté, no ano de 1697, quando o presente governador do Rio de Janeiro – Castro Caldas, declarou a descoberta de “dezoito a vinte ribeiro de ouro da melhor qualidade” pelos paulistas. Nesse mesmo ano, mais precisamente em Janeiro, Portugal havia enviado a Carta Régia – nome dado ao documento oficial assinado por um monarca que segue para uma autoridade sem passar pela chancelaria, onde geralmente continha determinações gerais e permanentes – onde prometia ajudas de custos ao Governador Arthur de Sá para a ajuda nas buscas dos metais preciosos.
Iniciou-se a chamada corrida ao ouro da história moderna. A quantidade de pessoas que atracavam no Brasil e deixava Portugal foi substancial, até que em 1720, D. João V, criou uma lei com o intuito de controlar a saída dos portugueses.
            Durante o século XVIII, registou-se o auge do período de exploração do ouro no Brasil, e diversos povoamentos foram fundados. Esta foi uma das medidas encontradas por Portugal para tentar acalmar o caos que se instalara na colónia, onde habitantes de diversas cidades as abandonavam em busca de ouro.
Com a queda da produção do sistema de exploração, passaram a ser necessárias técnicas mais especializadas que exigiam a permanência por um maior período de tempo do garimpeiro (indivíduo que procura ouro) junto dos locais de exploração, o que também contribuiu para o estabelecimento das vilas.
No entanto, Portugal,  criou o imposto do Quinto – aqui a Coroa exigia que um quinto de tudo o que fosse extraído seria dela por direito - quando começaram as explorações.
A exploração de ouro no Brasil teve um grande impacto, uma vez que deslocou o eixo político-económico da colónia para região sul, com o estabelecimento da capital no Rio de Janeiro. Outro factor importante foi a ocupação de diversas regiões do Brasil. A exploração de ouro possibilitou ainda, um enorme crescimento demográfico e o estabelecimento de um comércio interno, uma vez que os produtos da colónia não eram apenas para exportação, como era o caso do açúcar e do tabaco do nordeste, e fez com que surgisse a necessidade de uma produção de alimentos que pudesse colmatar as necessidades dos novos habitantes. Não nos podemos esquecer que um dos outros aspectos importantes no que diz respeito à explosão demográfica provocada pelo período da exploração do ouro no Brasil, foi a questão relacionada com o desenvolvimento de uma classe média que era composta por artesãos, artistas, poetas e intelectuais que contribuíram para o grande desenvolvimento económico e cultural do Brasil. 

Joana Silva 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Arrastão em fila de trânsito causa pânico no Rio de Janeiro


Na madrugada de terça-feira, um grupo de quatro assaltantes causou o pânico ao assaltar vários condutores de automóveis numa avenida movimentada do Alto da Boavista, zona norte do Rio de Janeiro.
O grupo de assaltantes fez um arrastão entre os carros que passavam na via e os condutores viram alguns dos seus objectos pessoais, como telemóveis e carteiras, serem roubados. Os assaltantes, todos do sexo masculino e com idades compreendidas entre os 22 e 29 anos, roubaram também dois automóveis: um Hyundai Tucson e um Mitsubishi ASX.
Pouco tempo depois, abandonaram o local e seguiram no sentido do Barro da Tijuca. Alguns membros da polícia que se encontravam por perto, e que só nao agiram mais rapidamente para evitar que se ferissem inocentes, deram início a uma perseguição que resultou na detenção de três dos quatro criminosos. Os assaltantes estavam ainda na posse de duas pistolas 380 e de um revólver. Ambos os carros foram recuperados e o quarto assaltante ainda não é conhecido.




Rita Roque

terça-feira, 19 de março de 2013

Mau tempo faz 16 mortos no Rio de Janeiro


Foto:JN 

Nas últimas 24 horas aumentou para 16 o número de mortos devido ao mau tempo que se tem feito sentir desde domingo, na zona de Petrópolis, uma região do Estado brasileiro do Rio de Janeiro. Durante o dia de ontem 10 pessoas perderam a vida após um deslizamento de terras causado pela chuva e pela instabilidade dos terrenos e segundo o balanço oficial provisório mais recente, este número subiu para 16. Entre as vítimas contabilizam-se dois membros das equipas de resgate.

O chefe de Estado, Sérgio Cabral, apelou para que as pessoas “abandonem as áreas de risco” pois o Estado encontra-se “em alerta máximo”, informa o Jornal de Notícias.
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, entrou em contacto com Sérgio Cabral a partir de Roma, para solicitar a implementação de medidas “mais drásticas” de apoio às vítimas.
A cidade em apenas um dia excedeu a média de chuva para todo o mês de março, tendo sido afetada por 370 milímetros de chuva enquanto que o esperado para o mês seria de 270 milímetros.
Já em 2011, esta região, Teresópolis e Nova Friburgo foram afetadas com chuvas intensas que fizeram mais de mil mortos.

Rita Roque

segunda-feira, 18 de março de 2013

10 mortos em deslizamentos de terras

Os deslizamentos de terra em Petrópolis, no Rio de Janeiro, provocados pelas fortes chuvas, causaram, pelo menos, 10 mortes.
Segundo Sérgio Simões, secretário estadual da Defesa Civil, em declarações à agência espanhola Efe, choveu mais em 24 horas do que o que se esperava para Março inteiro.
Em declarações à Agência Brasil, referiu ainda que os rios Quitandinha e Piabanha, que transbordaram, já voltaram ao normal, no entanto afirma que devido à instabilidade dos terrenos e à constante chuva, podem ocorrer mais deslizamentos.
Sérgio Simões faz ainda um apelo às "pessoas que sabem que vivem em áreas de risco” dizendo que devem encontrar um lugar seguro e abandonar temporariamente as suas habitações.
100 bombeiros municipais do Rio de Janeiro, seguiram para Petrópolis para ajudaram nas buscas e salvamento das vítimas dos deslizamentos.

Cátia Martins